A Polícia Militar faz um cordão de isolamento em frente ao prédio, mas diante da pressão dos manifestantes, usou spray de pimenta e bombas de efeito moral para dispersar o grupo. Houve muita correria pelas ruas da região.
Mais cedo, uma comissão de 15 manifestantes entrou na Câmara acompanhada por policiais para uma reunião com o presidente da Casa, José Américo Dias. Eles continuavam reunidos por volta das 19h15.

Em seguida, os manifestantes passaram pela rua Libero Badaró e protestaram em frente ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Depois, ele se dirigiram para a Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos a fim de entregarem uma carta de reivindicações para o secretário Jurandir Fernandes. No local, eles enrolaram uma catraca com uma atadura e atearam fogo no equipamento. Um boneco do governador Geraldo Alckmin (PSDB) também foi queimado.
Na sequência, o grupo seguiu em direção à praça da Sé, onde fez um ato rápido, no qual afirmava que os manifestantes não sairão das ruas até o passe livre ser aprovado. Depois, a caminhada seguiu para a Câmara Municipal de São Paulo.
O integrante do MPL Marcelo Hotimsky defende a tese de que os usuários e os trabalhadores devem gerir o sistema de transporte público. Segundo ele, não é um ato pedindo a saída do governador Geraldo Alckmin (PSDB), mas o protesto acaba esbarrando nisso por conta dos escândalos das obras do metrô. “No caso do escândalo, são grupos e empresas que se beneficiam desses esquemas para lucrar, deixando os usuários de lado”, disse.
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