Ao saírem da reunião de líderes partidários com o presidente
do Senado, Renan Calheiros, nesta quarta-feira (14), os senadores José
Agripino (DEM-RN), Wellington Dias (PT-PI) e Romero Jucá (PMDB-RR) informaram que uma "pequena reforma eleitoral" deve ser realizada nos próximos meses, para que tenha validade já nas eleições de 2014.
O
2º vice-presidente da Casa, Jucá ficou encarregado de elaborar um texto
base com as possíveis mudanças eleitorais. Ele levará em conta os
diversos projetos sobre o tema já em tramitação. Segundo Jucá, o objetivo
principal dessa “pequena reforma eleitoral” é reduzir o custo das
campanhas, tornando-as mais baratas, e também tornar mais claras algumas
regras eleitorais.
Wellington Dias disse que o
texto que será apresentado por Jucá será debatido internamente por todos
os partidos e, depois, votado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), seguindo ao Plenário e depois à Câmara.
Jucá
espera que a reforma seja aprovada pelos senadores ainda este mês, para
que os deputados federais possam aprová-la em setembro. Qualquer
mudança em regras eleitorais terá de virar lei no mínimo um ano antes do
pleito de 2014 para que seja válida.
Segundo Jucá, a
"minirreforma eleitoral' deverá promover também diminuição do prazo das
campanhas, mudança das convenções partidárias de julho para junho,
proibição de placas, faixas e “envelopamento” de automóveis.
Para
Jucá, os senadores querem campanhas mais baratas, mais democráticas e
“mais iguais entre todos”. O 2º vice-presidente do Senado também
adiantou que essa reforma não deve alterar as regras de tempo de TV dos
partidos.
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