Presidente do BNDES disse que ainda está em discussão com o Ministério da Fazenda as questões relativas ao orçamento para as concessões de rodovias
Rio - O presidente do BNDES,
Luciano Coutinho, confirmou nesta quinta-feira, 12, em evento no Rio de
Janeiro, que ainda está em discussão com o Ministério da Fazenda as
questões relativas ao orçamento do banco para as concessões de rodovias.
Hoje o ministro Guido Mantega afirmou que o BNDES pode precisar de
recursos para viabilizar o funding para que os bancos participem do
financiamento das concessões e que o spread cobrado pelo BNDES para isso
deve ser "pequeno" e ficar abaixo de 0,5%.
"Ainda estamos em conversação com o ministro sobre o orçamento do
BNDES", resumiu Coutinho. E completou que há entendimento de que quando o
banco toma o risco de um projeto, ele tem a parcela principal do
spread. "Ao compartilhar o nosso fundo com outro banco, também temos que
ter remuneração equivalente. Não queremos ganhar mais do que ninguém,
tem que ser balanceado. Não quero comentar especificamente do spread de
0,5%, mas já chegamos a uma fórmula", disse, esquivando-se dos
jornalistas.
Segundo o presidente do BNDES, a participação das instituições financeiras nas concessões "depende do apetite ao risco". "Pode ficar entre 30% e 70%. Depende também da disposição de tomar empréstimo de longo prazo", completou.
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Segundo o presidente do BNDES, a participação das instituições financeiras nas concessões "depende do apetite ao risco". "Pode ficar entre 30% e 70%. Depende também da disposição de tomar empréstimo de longo prazo", completou.
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