quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Banco bloqueia contas de cinco investigados na Lava Jato

O Banco Itaú bloqueou as contas de cinco investigados na sétima fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. A quebra do sigilo bancário foi determinada pela Justiça Federal em Curitiba na terça-feira (18) e atinge 15 investigados. Com a decisão, será feita uma varredura em todas as instituições bancárias, para o bloqueio de ativos.
Conforme informações do Itaú enviadas ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações, a conta corrente de Ildefonso Colares Filho, diretor presidente da Construtora Queiroz Galvão, tem apenas R$ 4,60 depositados.
Sérgio Cunha Mendes, diretor da Mendes Júnior, tem R$ 21,3 mil conta corrente e R$ 12,7 mil na poupança. O banco bloqueou R$ 6.000 em nome de Agenor Franklin Magalhães, diretor da OAS. Gerson Mello Almada, executivo da Engevix tem R$ 1,4 milhão em uma conta e R$ 15,6 mil em outra. Erton Medeiros Fonseca, da Galvão Engenharia, tem R$ 4.300 depositados.
O empresário Fernando Soares e outros dois investigados estão com as contas zeradas e, por isso, o bloqueio não foi possível. Os outros investigados não tem conta no banco. O juiz ainda vai receber relatórios de outras instituições financeiras.

Operação Lava Jato da PF

 O empresário Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, chega ao IML (Instituto Médico Legal) de Curitiba (PR), para fazer exame de corpo de delito. Ele se entregou na tarde de terça-feira (19) à Polícia Federal no Paraná, informou seu advogado, o criminalista Mário de Oliveira Filho. Apontado como lobista e operador do PMDB no esquema de propinas e corrupção na Petrobras, Fernando Baiano estava foragido desde sexta-feira (14), quando policiais federais realizaram busca em sua residência, no Rio de Janeiro Leia mais Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo
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