Uma nova investigação sobre o
sequestro da austríaca Natascha Kampush, que viveu em cativeiro dos dez
aos 18 anos, aponta que seu carrasco, Wolfgang Priklopil, teria agido
sozinho, desmentindo “teorias da conspiração” de que ele pudesse ter
contado com a ajuda de cúmplices.
O inquérito durou nove meses e envolveu
especialistas da Alemanha e dos Estados Unidos, e concluiu que não há
indícios de cumplicidade.Testes de DNA foram realizados na casa de Priklopil e 113 testemunhas foram interrogadas.
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