O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban
Ki-moon, afirmou neste sábado estar "profundamente entristecido" pelas
mortes e danos provocados pelo tufão Haiyan, que castigou a região
central das Filipinas. Ban ofereceu condolências ao povo e ao governo do
país, particularmente àqueles que perderam familiares ou que ficaram
desabrigados pelo desastre, que varreu povoados inteiros, com ventos de
até 315 km/h.
"As agências humanitárias das Nações Unidas e seus
parceiros estão trabalhando de maneira próxima com o governo filipino
para apoiar os trabalhos de avaliação da situação e responder
rapidamente com a ajuda que for necessária", afirmou o secretário-geral
da ONU.
A Cruz Vermelha do país estima que cerca de 1,2 mil
pessoas morreram após a passagem do tufão, que agora se dirige para o
norte do Vietnã. Até agora, o Conselho de Gestão e Redução de Desastres
filipino confirmou 138 mortes.
Brasil também transmite solidariedade
O governo brasileiro também transmitiu neste sábado suas condolências e solidariedade ao povo e ao Executivo das Filipinas pelas perdas humanas e materiais causadas pela passagem do tufão Haiyan, informou a chancelaria em comunicado. O Brasil recebeu "com grande pesar" a notícia das consequências do tufão, que pode ter causado 1,2 mil mortos, segundo cálculos divulgados hoje pela Cruz Vermelha.
O governo brasileiro também transmitiu neste sábado suas condolências e solidariedade ao povo e ao Executivo das Filipinas pelas perdas humanas e materiais causadas pela passagem do tufão Haiyan, informou a chancelaria em comunicado. O Brasil recebeu "com grande pesar" a notícia das consequências do tufão, que pode ter causado 1,2 mil mortos, segundo cálculos divulgados hoje pela Cruz Vermelha.
Apesar das estimativas da Cruz Vermelha, o número de
mortos oficial é de 138, enquanto outras 14 pessoas ficaram feridas e
pelo menos 4 estão desaparecidas, segundo indicou o Conselho para a
Gestão e Redução de Desastres das Filipinas em seu último relatório.
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