Missionário teve um advogado durante o julgamento, informou a agência norte-coreana de notícias
A Coreia do Norte condenou um
missionário sul-coreano a trabalho forçado perpétuo após ele ser
considerado culpado por espionagem e pela criação de uma igreja
clandestina.
A agência de notícias estatal do Norte disse que o homem, identificado como Kim Jong-uk, confessou todos os crimes.A atividade religiosa é restrita no Norte. Missionários foram detidos em inúmeras ocasiões no passado.
"Kim tentou se infiltrar em Pyongyang após cruzar ilegalmente a fronteira com o intuito de estabelecer uma igreja clandestina e reunir informações sobre assuntos internos da Coreia do Norte enquanto atraía seus habitantes para a Coreia do Sul e espionava a Coreia do Norte", disse a agência de notícias KCNA.
A procuradoria havia pedido a pena de morte para o missionário, de 50 anos, segundo relatos.
A decisão ocorre três meses após Kim ter lido um pedido de desculpas público na televisão norte-coreana por seus "crimes contra o Estado".
Ele foi preso após entrar o país vindo da China em outubro.
No início deste ano, o missionário australiano John Short foi deportado da Coreia do Norte após ser detido pela acusação de estar distribuindo material religioso.
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