O atentado que matou 21 pessoas e feriu outras 47 no Museu Bardo, na
Tunísia, poderia ter sido pior se os terroristas tivessem tempo para
utilizar os explosivos que carregavam, revelou nesta quinta-feira o
presidente tunisiano, Beji Caid Essebsi, em entrevista à emissora
francesa "TF1".
"A atenção e rapidez com a qual se enviou as forças de segurança ao
local impediu uma catástrofe. Foram encontrados com os terroristas
explosivos terríveis que eles não tiveram tempo de utilizar", afirmou
Essebsi à "TF1".
O presidente da Tunísia aproveitou a oportunidade para tentar
tranquilizar os turistas que visitam o país, já que entre as vítimas
estavam 18 estrangeiros. O atentado foi organizado por dois tunisianos e
reivindicado pelo Estado Islâmico (EI).
"Podem vir com toda segurança. Tomamos as medidas para isso",
acrescentou Essesbi, destacando que viajar ao país depois do atentado
será um ato de solidariedade ao povo tunisiano e de rejeição ao
terrorismo.
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